No manejo da pastagem a ideia é
obter o máximo rendimento/há, de forragem de alta qualidade para uma
determinada produção animal e sem prejudicar a forrageira (longevidade da
mesma).
Podemos analisar isto da seguinte
forma; a forrageira como qualquer outro ser vivo, tem um ciclo que podemos de
uma forma simplista dizer um início, médio e um fim. Também podemos afirmar
duas fases, uma fase vegetativa e uma reprodutiva. Em outras palavras, quando a
forrageira é muito nova, ela apresenta uma qualidade máxima para sua espécie,
mas, de uma disponibilidade muito baixa já que a planta está em início de sua
fase vegetativa (folhas muito novas)
Então, podemos afirmar que existe
uma relação entre qualidade vs
quantidade, onde a maior qualidade menor a quantidade de forragem, o contrário
também é valido maior quantidade de forragem menor será sua qualidade. Assim entendemos
que devemos procurar um ponto que podemos definir como ponto de equilíbrio entre qualidade e quantidade.
Nesses estágios, o ideal é
consumir a forrageira na fase vegetativa, já que a planta presenta maior nível nutricional
assim como a digestibilidade, palatabilidade, e consumo. Na fase reprodutiva
presenta seu máximo de rendimento em M.S. (matéria seca) mas de baixa
qualidade.
Lotação.
Está determinada pelo máximo
rendimento por hectare (lembre início, médio e fim) este ponto expressa os Kg. de
Matéria seca produzidos por há, mas não corresponde com o máximo rendimento de
cada animal, o que significa que nosso termômetro por assim dizer corresponde
ao máximo rendimento por unidade de
área. E em função disto temos que regular a lotação. Se sobra pasto (sinal
que não estamos aproveitando tudo o rendimento por área) colocamos mais animais
até ajustar a lotação, isto é manejo,
observação, cuidados, registros, cálculos.
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