terça-feira, 22 de outubro de 2013

Manejo de Pastagem



No manejo da pastagem a ideia é obter o máximo rendimento/há, de forragem de alta qualidade para uma determinada produção animal e sem prejudicar a forrageira (longevidade da mesma).
Podemos analisar isto da seguinte forma; a forrageira como qualquer outro ser vivo, tem um ciclo que podemos de uma forma simplista dizer um início, médio e um fim. Também podemos afirmar duas fases, uma fase vegetativa e uma reprodutiva. Em outras palavras, quando a forrageira é muito nova, ela apresenta uma qualidade máxima para sua espécie, mas, de uma disponibilidade muito baixa já que a planta está em início de sua fase vegetativa (folhas muito novas)
Então, podemos afirmar que existe uma relação entre qualidade vs quantidade, onde a maior qualidade menor a quantidade de forragem, o contrário também é valido maior quantidade de forragem menor será sua qualidade. Assim entendemos que devemos procurar um ponto que podemos definir como ponto de equilíbrio entre qualidade e quantidade.
Nesses estágios, o ideal é consumir a forrageira na fase vegetativa, já que a planta presenta maior nível nutricional assim como a digestibilidade, palatabilidade, e consumo. Na fase reprodutiva presenta seu máximo de rendimento em M.S. (matéria seca) mas de baixa qualidade.

Lotação.
Está determinada pelo máximo rendimento por hectare (lembre início, médio e fim) este ponto expressa os Kg. de Matéria seca produzidos por há, mas não corresponde com o máximo rendimento de cada animal, o que significa que nosso termômetro por assim dizer corresponde ao máximo rendimento por unidade de área. E em função disto temos que regular a lotação. Se sobra pasto (sinal que não estamos aproveitando tudo o rendimento por área) colocamos mais animais até ajustar a lotação, isto é manejo, observação, cuidados, registros, cálculos.

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