1) Alimentos
que fornecem energia.
Estes servem para fornecer
energia principalmente, mas também proporcionam outros constituintes como
proteína, minerais e vitaminas. Entre eles podemos citar, milho
fundamentalmente, sorgo, cevada, cereais em geral e seus subprodutos.
2) Alimentos
proteicos.
Como o término diz fornecem
proteína fundamentalmente, e igual que outros alimentos, fornecem também
energia, minerais e vitaminas. O seja sua importância radica em suprir
proteína. Dentro deles podemos considerar 2 categorias, fontes de origem
vegetal e fontes de origem animal.
Neste ponto devemos
considerar que atualmente a indústria processa a quase totalidade de produtos
de origem animal, em outras palavras produtos deixam de ser produzidos por uma
maior comercialização e não mais são encontrados no mercado, por tanto a
classificação abaixo é meramente teórica.
Fontes de origem vegetal
obtidas geralmente por extração de óleos a partir de sementes, e são as
farinhas em geral, farinha de girassol, de soja, de milho, etc.
Fontes de origem animal, são
as extraídas como subprodutos do abate dos animais nos frigoríficos. E como
exemplos podemos citar farinha de carne, de carne e osso, farinha de peixe,
etc.
3) Suplementos
minerais.
Estes incrementam o nível de
minerais nas misturas. Os mais comuns são cálcio, fósforo ou ambos. Elementos
menores podem ser fornecidos sempre e quando as misturas básicas não os
forneçam em quantidades adequadas. E são quantias muito pequenas.
4) Suplementos
vitamínicos.
Se a mistura de alimentos,
não possui quantidades suficientes de todas as vitaminas necessárias estas
podem ser fornecidas de forma sintética adquiridas a baixo custo.
É lógico supor que a
formulação de rações balanceadas para pecuária depende de um conhecimento profundo
dos ingredientes disponíveis e em particular de sua composição nutricional. Também
é básico para uma boa formulação de rações as diferencias entre ruminantes e não
ruminantes e seus requerimentos nutricionais.