quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Seleção para a melhora genética dos ovinos.



Praticar seleção é permitir que alguns animais tenham descendência e outros não. Dentro de aqueles destinados a reprodução, também forma parte do esquema, regular a intensidade da descendência, ou dito de outra forma, intervir para que alguns animais tenham mais descendentes que outros.

Em função de que os valores relativamente altos da herdabilidade de quase todas as características produtivas y o fato de que em geral as correlações são positivas e próximas a cero, (os planos de melhoramento genético nos ovinos podem ser com base em apreciações fenotípicas ou individual, o que permite esperar dentro do esquema da genética aditiva, que cada gene que suplante seu alelo provoque um aumento determinado na produção.)
Alelos são genes que ocupam o mesmo lócus (posição) em cromossomas homólogos, mas que afeitam o mesmo caráter de um modo diferente.

Para focar de maneira exitosa qualquer plano de melhora produtiva é fundamental contar com uma alta eficiência reprodutiva dos rebanhos de cria. Caso contrário o primer ponto a focar seria a melhora desta eficiência que pode estar afetada por um problema genético (neste caso o primer ponto a levar em consideração na seleção seria a fertilidade) ou afetada por problemas de manejo, sanidade e alimentação.     

A eficiência reprodutiva é muito importante porque determina a intensidade de seleção nas demais características. 

Um ponto fundamental em qualquer plano de seleção é determinar quais serão os objetivos e analisar os métodos a usar. É importante evitar as improvisações já que podem arruinar o trabalho de muitos anos. Um dos erros de maior frequência é o fato de ao adquirir novos pais e inclui-los nos rebanhos e seu uso intensivo como inseminação artificial, etc., sem nenhum tipo de teste prévio e muitas vezes sem o conhecimento do mérito genético do reprodutor a usar ou dos métodos de seleção e metas que usavam no plantel de origem.

Outro ponto a levar em consideração é determinar tipos de registro e controles que nos permitem conhecer em forma exata e em tempo o êxito ou não de nossos métodos.
Todos os controles e provas para seu uso devem referir-se a animais de um mesmo rebanho, para avalia-los entre si e não para comparar diferentes rebanhos. 

Neste sentido deveríamos ter em consideração os seguintes pontos.

Todos os animais devem ter as mesmas oportunidades de demonstrar sua capacidade reprodutiva.

Devem levar registros sistemáticos de produção.

Os registros devem der ajustados ou corrigidos para dar maior validade aos mesmos (filhos de ovelhas adultas, filhos de borregas, filhos únicos, gêmeos, dada de nascimento, etc.

Saber interpretar os registros para determinar os refugos.

É importante ressaltar que nossa meta são níveis e melhoras genéticas de produção e não níveis o melhoras fenotípicas de produção, estas últimas estão determinadas em maior ou menor grau pelas condições ambientais.

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