De forma geral podemos considerar
3 métodos, que na prática se complementam entre si.
- Individual.
- Parentesco.
- Prova de progênie.
Individual.
Também chamado fenotípico. Muito
usado quando a característica ou características a selecionar são de alta
herdabilidade, já que o fenótipo dá uma boa informação sobre o mérito genético do
animal considerado.
Este método permite uma seleção rápida
a idades menores e por tanto encurta o intervalo entre gerações. É aconselhável
usá-lo pois quase todas as característica produtivas dos ovinos apresentam um grau
de herdabilidade e repetibilidade alto.
Parentesco.
É aconselhável para
características de baixa herdabilidade ou para características expressadas em um
só sexo ou medidas na vida do animal como fecundidade, tasa reprodutiva,
longevidade, etc. Para isso, é
necessário o uso de registros de produção dos parentes diretos (progenitores e avós)
e colaterais (irmãos ou ½ irmão) cada geração para atrás equivale a dividir por
2 o aporte genético dos antecessores.
Método muito útil, para eliminar
de um rebanho defeitos herdáveis (prognatismo), de herança simples.
Prova de progênie.
É um método mais exato para avaliar
o mérito genético de um indivíduo. Se usa para características de baixa
herdabilidade ou que se expressam em um só sexo ou aqueles que se medem no
animal após ser sacrificado.
É um método difícil de usar bem e
leva muito tempo. Pode acontecer de dar informação errada si não se usa com um
número adequado de filhos, com uma amostra representativa de mães do rebanho e
si os filhos dos diferentes reprodutores a pesquisar não se estiveram as mesmas
condições ambientais.
Muito usado para selecionar
carneiros destinados a inseminação artificial em rebanhos de alto nível
genético assim como também antes de dar início no programa de consanguinidade.
Como
desvantagem obriga a uma menor intensidade de seleção e a um aumento no
intervalo geracional. Limitado na
prática pelo número de reprodutores a provar em cada geração.
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