Quando as plantas forrageiras são
cortadas pelo dente do animal, ou mecanicamente, sua velocidade de crescimento
após o corte depende de:
- A quantidade de folhas verdes que restam após o corte (área folhar remanescente) as que por fotossínteses são capazes de formar novos tecidos.
- As substancias de reserva que as plantas acumulam durante seu período de crescimento, na base de seus talos e raízes.
Si o corte se produz antes de que
as raízes tenham acumulado suficientes reservas, o rebrote da pastagem será
extremamente lento, si os cortes sobre as plantas são feitos com frequência a
intervalos curtos, se reduz ainda mais as substancias de reserva acumuladas.
O efeito do sobre-pastoreios (excesso
de carga animal em relação a produção de forragem) reduz a velocidade de
rebrote da pastagem, mesmo que as condições climáticas sejam favoráveis para
seu crescimento.
Felizmente os pontos de
crescimento do pasto se encontram fora do alcance do dente dos animais e por
excessiva que seja a carga animal, logo de um período descanso de tempo variável
sempre se reinicia o rebrote.
Muitas espécies são perenes, é
dizer que sua vida tem uma duração maior ao ano, por outro lado se propagam
muito mais por mecanismos vegetativos que por sementes.
Estes fatos, unidos a
uma progressiva adaptação ao sistema de pastoreio determina uma grande
estabilidade na composição botânica do campo natural.
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